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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Esclerose Lateral Amiotrófica

A matéria do SBT chama atenção. Choca pelo descaso e preconceito. E eu me solidarizo também porque tenho uma amiga, cujo pai convive com essa doença: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
De causa desconhecida, é marcada pela degeneração progressiva dos neurônios motores (responsáveis por movimentos de contração e relaxamento muscular) no cérebro e na medula espinhal.

Com isso, perdem a capacidade de transmitir impulsos nervosos e, consequentemente, começa a haver atrofia, seguida de fraqueza crescente.
Um dos indícios mais comuns da ELA são câimbras, que podem anteceder fraqueza muscular e atrofia nas mãos ou pés. O paciente pode apresentar dificuldade para deglutir (salivação em excesso), engolir saliva e alimentos, articular palavras e ainda perder peso.
Exames como tomografia computadorizada e ressonância magnética raquimedular são fundamentais para confirmar o diagnóstico. Embora não exista cura, há tratamentos para dar ao paciente qualidade de vida.
Recomendam-se cuidados gerais, físicos e psíquicos. A fisioterapia, por exemplo, ajuda o paciente a se exercitar, fazer alongamento e manter alguma flexibilidade.
A ELA não compromete as funções cerebrais, o que pode tornar a evolução do caso mais dolorosa para paciente e suas famílias. Segundo pesquisas, há maior incidência em homens, de pele branca e acima de 60 anos.

Fonte: Site ABCD da Saúde e Tudo Sobre ELA


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